• Giro Retrô

Você se lembra de como eram os PC´s dos anos 90?

Essa é para os Nerds viajarem no tempo com a gente.


Momentos nostálgicos sempre despertam deliciosas lembranças.

A tecnologia avança, melhora, a gente sabe disso. Sabemos também que é para um “bem maior”, mas, sejamos sinceros: não dá uma saudade das coisas antigas? Dos anos 90 então... que tempo bom!



Foi nessa época que muitos deram os primeiros passos no mundo digital ou participaram do "avanço" no quesito tecnologia. Nos cursos de computação, nas lan house, no trabalho ou para os mais sortudos, em casa, os equipamentos da época certamente são inesquecíveis e não precisa de muito esforço para relembrar do formato do disquete, do cheirinho do plástico usado  para cobrir o PC, o teclado e o monitor, do mouse com esfera, da webcam... Tudo isso fazem parte das memórias de quem viveu os anos 90 e a virada do século, quando os acessórios que hoje consideramos um tanto peculiares, fizeram parte da nossa rotina por muito tempo.

Hoje temos celulares com mais de 128 GB, mas quem viveu nessa época, sobreviveu aos disquetes com apenas 1,44 MB de armazenamento. Sim! Já temos histórias para contar. (rsrsrs)

Essa matéria é dedicada à galera nerd dos anos 90 que frequentava as lan house, fez aquele cursinho básico de computação (com direito à aula de Paint) e sofria com a internet discada (assim como nós!). Vamos recapitular juntos um pouco dessa época?.


Capa de Computador


Os mais antigos certamente se lembram das capinhas de plástico sobre os monitores. O acessório podia ser comprado por valores não muito modestos e era usado pela maioria das pessoas. O motivo era bem óbvio (risos): todos os computadores da época eram brancos e sujavam bastante. Se você deixasse o monitor sem capa por muito tempo, ele iria acumular muita poeira.

Capa de Teclado


Os teclados também não escapavam da capinha plástica anti poeira. Havia quem colocasse o protetor na CPU, impressora e até no mouse. Isso porque a carcaça branca e de superfície porosa estava em todos os componentes do hardware e as capas eram a única solução para que eles não envelhecessem rapidamente. O efeito estético não era bonito, mas, como trocar de computador ou mesmo periféricos com frequência não era uma opção, o jeito era se render às capas.

Disquete

No quesito armazenamento externo, os disquetes reinavam nas décadas de 90 e início dos anos 2000. Os mais populares eram os de 3,5 polegadas (ou 3 ½), cuja capacidade era de 1,44 MB. Hoje, essa quantidade não permite guardar nem mesmo uma foto ou música, mas, no passado, era o suficiente para transferir os arquivos de uma máquina para outra. Apesar disso, nem sempre era possível salvar um arquivo inteiro em 1,44 MB. A solução era dividir o programa em vários disquetes até que a capacidade desse conta

do tamanho final. Para se ter uma ideia do que isso representa nos dias atuais seriam necessários 733 disquetes para instalar a versão de 2013 do

Photoshop CC. Nessa época, ainda existiam modelos mais antigos, de 5,25 e 8 polegadas, que comportavam menos espaço. Em meados dos anos 90 foi lançado o ZipDrive, que se tornou sonho de consumo com seus 100 MB. Ele tinha o tamanho de um disquete de 3,5 polegadas, mas era mais gorducho. O dispositivo até avançou em capacidade, chegando a 750 MB, mas nunca teve a popularidade da versão de 1,44 MB.

Mouse com esfera

Os protetores de tela também eram figurinhas encontradas nos computadores de todo mundo. Diferentemente das capas de plástico, a ideia aqui não era proteger o monitor, mas os olhos do usuário. Geralmente fabricadas em cor fumê, essas películas traziam a promessa de preservar a visão, evitar fotofobia e outros problemas oculares. As mais baratas (e comuns) vinham com uma espécie de suspensório, que era preso na parte de trás do tubo do monitor. Outros modelos traziam hastes firmes no topo, pelo qual a estrutura ficava suspensa.

Protetor para Monitor

Os protetores de tela também eram figurinhas encontradas nos computadores de todo mundo. Diferentemente das capas de plástico, a ideia aqui não era proteger o monitor, mas os olhos do usuário. Geralmente fabricadas em cor fumê, essas películas traziam a promessa de preservar a visão, evitar fotofobia e outros problemas oculares. As mais baratas (e comuns) vinham com uma espécie de suspensório, que era preso na parte de trás do tubo do monitor. Outros modelos traziam hastes firmes no topo, pelo qual a estrutura ficava suspensa.


Webcam

Nos anos 90 e 2000 não havia essa profusão de câmeras digitais. O primeiro celular com câmera, o Sharp J-SH04, fez sua estreia em 2001, distante da popularização dos smartphones. Notebook era um item de altíssimo luxo e, ainda assim, sem câmera. O dispositivo que permitia enviar fotos e vídeos pela Internet, mesmo que fosse com baixíssima resolução, era a webcam.

O primeiro modelo comercial foi a QuickCam, lançada em 1994. Aqui no Brasil, a webcam se tornou comum lá pelo início dos anos 2000, especialmente depois que o MSN Messenger adotou videochamadas. "Tem cam?" era uma pergunta para lá de frequente nas famigeradas salas de bate-papo, ainda que, devido à lentidão da Internet, todo mundo só mandasse imagens mesmo.


Por Thalita Rodrigues.

Créditos de pesquisa: Techtudo.